SEMENTE MILAGROSA
O óleo de copaíba é
o mais poderoso antibiótico e anti-inflamatório natural conhecido no planeta. É
considerado o óleo da vida! Tem propriedades curativas, regeneradoras,
nutritivas e tônicas. Regula a oleosidade da pele. Age também como regenerador
dos tecidos.
Indicações: nas infecções e inflamações em geral; anti-séptico e
cicatrizante, podendo ser empregado em feridas, eczemas, psoríase, urticária,
furúnculos, nas seborréias e irritações do couro cabeludo; doenças das vias
respiratórias, como tosse, gripe, resfriados, bronquite e inflamação da
garganta; disenteria; depurativo do sangue; incontinência urinária; corrimento
vaginal.
Encontrada na floresta Amazônica e em outras regiões do Brasil, como Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Minas Gerais, Pará, São Paulo, Paraná e nas partes mais úmidas do Nordeste, a copaíba (Copaifera sp) ou Copaibeira, pertencente à família da Leguminosae-Caesalpinioideae (leguminoso-cesalpináceas), é uma árvore muito frondosa, com folhagem densa, de grande porte e de madeira avermelhada, também encontrada na África tropical, Antilhas, Colômbia, Guianas, México e Venezuela.
Quando adulta, a copaíba pode atingir de10 a 40 metros de altura. Suas sementes são
propagadas na floresta por diversos pássaros e animais que as utilizam como
alimento. Na mata, é facilmente encontrada devido ao forte aroma que se
desprende de sua casca.
Extraído por meio de uma incisão no tronco, o bálsamo da copaíba, popularmente conhecido como óleo, já era bastante conhecido e utilizado medicinalmente pelos índios brasileiros, quando os portugueses aqui chegaram; depois, foi também utilizado pelos jesuítas. O bálsamo é uma secreção vegetal complexa, com odor aromático característico, rica em diversos princípios ativos e produzida por várias espécies vegetais. Durante sua formação, o bálsamo é acumulado em cavidades do tronco e, através de furos, é extraído artesanalmente, apenas uma vez ao ano, com auxílio de tubos ou canaletas. Acredita-se que o uso terapêutico desse óleo pelos indígenas tenha-se baseado na observação do comportamento de certos animais que, quando feridos ou picados por insetos e bichos peçonhentos, esfregavam-se nos troncos das copaibeiras.
O óleo, de sabor amargo, depois de filtrado, apresenta uma consistência oleosa e tonalidades que variam da cor amarelo-pálida a pardo-esverdeada, às vezes com ligeira fluorescência. Os diversos tipos de óleos da copaíba podem apresentar diferentes características: branco aquoso, amarelo e de cor escura e mais consistente do que outros. A quantidade de óleo produzida e a sua consistência dependem de fatores como clima, solo, idade da árvore, estado de saúde do tronco e modo de explorar a árvore.Encontrada na floresta Amazônica e em outras regiões do Brasil, como Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Minas Gerais, Pará, São Paulo, Paraná e nas partes mais úmidas do Nordeste, a copaíba (Copaifera sp) ou Copaibeira, pertencente à família da Leguminosae-Caesalpinioideae (leguminoso-cesalpináceas), é uma árvore muito frondosa, com folhagem densa, de grande porte e de madeira avermelhada, também encontrada na África tropical, Antilhas, Colômbia, Guianas, México e Venezuela.
Quando adulta, a copaíba pode atingir de
Extraído por meio de uma incisão no tronco, o bálsamo da copaíba, popularmente conhecido como óleo, já era bastante conhecido e utilizado medicinalmente pelos índios brasileiros, quando os portugueses aqui chegaram; depois, foi também utilizado pelos jesuítas. O bálsamo é uma secreção vegetal complexa, com odor aromático característico, rica em diversos princípios ativos e produzida por várias espécies vegetais. Durante sua formação, o bálsamo é acumulado em cavidades do tronco e, através de furos, é extraído artesanalmente, apenas uma vez ao ano, com auxílio de tubos ou canaletas. Acredita-se que o uso terapêutico desse óleo pelos indígenas tenha-se baseado na observação do comportamento de certos animais que, quando feridos ou picados por insetos e bichos peçonhentos, esfregavam-se nos troncos das copaibeiras.
O óleo da COPAÍBA já era bastante conhecido e utilizado terapeuticamente pelos
índios brasileiros, quando os portugueses aqui chegaram.
Desde o período pré-colombiano, os índios brasileiros têm empregado, externamente, o óleo de copaíba (Do tupi guarani “kupa’iwa”) no combate das doenças de pele e no tratamento de picadas de insetos. Tradicionalmente, os índios da Amazônia utilizavam o óleo da copaíba para curar ferimentos; eles o aplicavam no umbigo dos recém-nascidos para combater o mal dos sete dias e untavam os seus corpos com ele após os combates.
Os índios, quando se feriam ou retornavam das lutas, untavam seus corpos com o óleo da copaíba e se deitavam sobre esteiras suspensas e aquecidas para se recuperarem e curarem seus ferimentos. Já os colonos descobriram outras aplicações terapêuticas, empregando-o como anti-séptico das vias urinárias e respiratórias, no combate da asma brônquica, na prevenção e no combate do tétano e nas afecções da pele (doenças da pele: dermatoses), como a psoríase.
Posteriormente, com a introdução do óleo de copaíba nas farmacopéias (compilações contendo a nomenclatura das drogas, dos fitoterápicos, dos remédios simples e compostos e de artigos farmacêuticos) como remédio antiblenorrágico (combate a blenorragia, doença contagiosa, habitualmente transmitida pelo contato sexual, caracterizada por uma inflamação das vias geniturinárias, seguida de corrimento purulento e dores durante a micção), sua aplicabilidade se generalizou na medicina popular e passou a ser usado como cicatrizante e anti-inflamatório local; e, internamente, como diurético, expectorante e antimicrobiano das afecções da garganta e das vias urinárias. Em 1677, o óleo de copaíba já tinha sido registrado na farmacopéia britânica e, em 1820, na farmacopéia americana. A primeira farmacopéia brasileira foi oficializada em 1926.
Diversos de seus componentes apresentam atividade farmacológica cientificamente comprovada, entre os quais se destacam o beta-cariofileno, que possui ação anti-inflamatória e protetora da mucosa gástrica. Observação: Os óleos de copaíba vêm sendo vendidos em muitas farmácias adulterados com outros óleos vegetais, o que contribui para diminuir a sua eficácia terapêutica. Ao adquirir o produto, certifique-se que o óleo de copaíba comercializado é puro e integral. Deve-se combater a automedicação e somente fazer uso de remédios e medicamentos sob a orientação e a prescrição terapêuticas.
Embora se diferenciem na morfologia, as diferentes espécies de copaíba apresentam aplicação medicinal semelhante.
Constituintes
• Porção resinosa (
• Porção volátil de resina (
Propriedades farmacológicas
Estudos recentes têm demonstrado que a eficiência terapêutica do óleo integral é maior do que as de quaisquer outras partes isoladas da copaibeira. Pesquisas in vivo e in vitro têm demonstrado que os óleos de várias espécies de copaíbas apresentam diversas propriedades terapêuticas.
• anti-inflamatória e antibiótica natural.
• Poderoso antimicósico (que destrói os fungos miscroscópicos ou impedem seu crescimento).
• Excelente depurativo do sangue e desintoxicante orgânico.
• Restabelece as funções das membranas das mucosas, o que auxilia no processo de cicatrização.
• Antiedematoso (que combate edema).
• Antitumoral.
• Anticancerígena. Segundo os estudos realizados pelos pesquisadores do “Instituto de Química” e do “Centro de Pesquisas Químicas, Biológicas e Agrícolas” da Unicamp, o óleo de copaíba apresenta componentes que podem combater nove linhagens de câncer; inclusive células cancerígenas de ovário, próstata, rins, cólon, pulmões, mamas, melanoma e leucemia. Fonte: Jonal da Unicamp – Edição 213 –
• Tripanossomicida e bactericida.
• Em pequenas doses, estimula o apetite, pois apresenta ação direta sobre o estômago.
• Apresenta propriedades antissépticas, tanto tópica quanto internamente, atuando sobre as vias respiratórias e urinárias.
• O óleo essencial é um excelente fixador de perfumes.
Ação
• Anti-séptica (inibe e combate a ação dos microrganismos infectantes) e cicatrizante.
• No ensaio de atividade antimicrobiana, o óleo integral de copaíba, mostrou-se ativo contra Staphylococcus aureus, Bacillus subtilis e Echerichia coli.
• Carminativa (combate o desenvolvimento dos gases no estômago e intestino).
• Expectorante (facilita a saída das secreções purulentas das vias respiratórias).
• Diurética (favorece a secreção urinária; diurese).
• Laxativa.
• Estimulante e tônica.
• Emoliente (efeito calmante sobre a pele e as mucosas inflamadas, combatendo o ressecamento dos tecidos, conferindo-lhes maciez).
Indicações (Uso Adulto e Pediátrico)
• Nas infecções e inflamações em geral.
• Anti-séptico e cicatrizante, podendo ser empregado em feridas, eczemas, psoríase, urticária, furúnculos, nas seborreias e irritações do couro cabeludo.
• Afecções das vias respiratórias, como tosse, gripe, resfriados, bronquite e inflamação da garganta.
• Disenteria (infecção intestinal, sobretudo do intestino grosso, que se manifesta por dores abdominais, tenesmo (contratura espasmódica dolorosa do esfíncter anal ou vesical, acompanhada pela sensação penosa e desejo muito forte e contínuo de evacuar ou de urinar) e uma diarreia grave com presença de sangue, pus e muco; pode ser causada por várias espécies de bacilos disentéricos – Shigella – e amebas).
• Como depurativo do sangue e na desintoxicação orgânica.
• Incontinência urinária, infecções urinárias e cistite (inflamação aguda ou crônica da bexiga).
• Leucorreia (corrimento esbranquiçado pela vagina; podendo ser causado por uma infecção bacteriana ou por tricomonas).
Contraindicações
• Gestação, lactação e pessoas com problemas gástricos. Não aplicar nos olhos e queimaduras.
Efeitos Colaterais
• Não os apresenta nas doses terapêuticas recomendadas.
Superdosagem
• Pode provocar vômitos, náuseas, diarreias com cólicas e, em certas partes do corpo, um exantema. Caso esses sintomas ocorram, descontinuar o uso e procurar auxílio terapêutico.
Precauções
• Em caso de hipersensibilidade ao produto, descontinuar o uso.
Interações
• Na literatura, não existem registros de quaisquer interações com medicamentos e alimentos.
Duração da administração
• De acordo com o critério terapêutico. Na maioria das vezes, o produto é bem tolerado pelo organismo e não causa dependência física ou psíquica.
Referencias Bibliográficas:
BARBOSA, K. S. Óleo-resina de Copaifera multijuga Hayne (Leg-Caesalpinoideae): produção e análise química na reserva de desenvolvimento sustentável do Tupé, Manaus – Am. Dissertação de mestrado. Universidade do Estado do Amazonas, Manaus – Am. 171p.
BIONDO, M. Plantas medicinais do Parque Nacional do Jaú (Am). Fundação Vitória Amazônica. 43p, 2002.
CARVALHO, J. C. T.; CASCON, V.; POSSEBON, L. S.; MORIMOTO; M. S. S.; CARDOSO, L. G. V.; KAPLAN, M. A. C.; GILBERT, B. Topical antiinflamatory and analgesic activies of Copaifera duckei Dwyer. Phytoptherapy Research, v. 19, n. 11, p. 946-950, 2005.
CASCON, V. Copaíba: Copaifera spp..In: CARVALHO, J. C. T. Fitoterápicos anti-inflamatórios: Aspectos químicos, farmacológicos e aplicações terapêuticas.
DWYER, J. D. Futher studies on the new world species of Copaifera. Bulletin on the Torrey Botanical Club. v. 81, n. 3, p.179-187, 1954.
LIMA, S. R. M.; VEIGA JR, V. F.; CHRISTO, H. B.; PINTO, A. C.; FERNANDES, P. D. In vivo and in vitro studies on the anticancer activity of Copaifera multijuga Hayne and its fractions. Phytotherapy Reseach, v. 17, n. 9, p. 1048-1053, 2003.
NELSON, B. O Gênero Copaifera, fonte de óleo-resina. In: Prance, G. T. Botânica econômica de algumas espécies amazônicas. Relatório de alunos de Pós-graduação em Botânica (INPA/FUA), Disciplina de Botânica Econômica, 143p.,1987.
TEMBE, Y.; TSUJIUCHI, H.; HONDA, G.; IKESHIRO, Y.; TANAKA, S. Gastric Cytoprotection of the Non-steroidal anti-inflamatory sesquiterpene, Beta-caryophyllene. Planta Medica. v.62, n. 5, p. 469-470, 1996.
TINCUSI, B.; JIMINEZ, I. BAZZOCCHI, I.; MOUJIR, L.; MAMANI, Z.; BARROSO, J.; RAVELO, A.; HERNANDEZ, B. Planta Medica, v. 68, p. 808-812, 2002.
WILKENS, M.; ALARCON, C.; URZUA, A.; MENDOZZA, L. Characterization of the bactericidal activy of the natural diterpene kauranoic acid. Planta Medica, v. 68, n. 5, p. 452-454, 2002.
VEIGA JR, V. F.; ZUNINO, L.; CALIXTO, J. B.; PATITUCCI, M. L.; PINTO, A. C.; Phytochemical and antioedematogenic studies of comercail copaíba oils available in Brazil. Phytoterapy Research, v. 15, n. 6, p. 476-480, 2001.
Postado: Observatório Cósmico
COPAÍBA NO COMBATE A
TUBERCULOSE
Desde os primórdios da
raça humana, a tuberculose preocupa a população mundial. Com o avanço
tecnológico, algumas curas foram desvendadas. Mas, o processo de estudo nunca
acaba para aprimorar os tratamentos medicinais.
Uma equipe de cientistas
do Laboratório de Farmacologia Aplicada do Instituto de Tecnologia em Fármacos
da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) acredita que existem formas mais eficazes de
curar a doença que já afligiu tanto o mundo e é transmitida pelo ar. Os
pesquisadores analisam o óleo de copaíba como potente remédio para combater a
tuberculose.
Os testes são realizados
primeiro em animais com a bactéria Mycobacterium bovis – derivada da
Mycobacterium tuberculosis, causadora da moléstia. A opção pela bactéria bovis
é em razão da grande capacidade de infecção da tuberculosis, provocando riscos
aos pesquisadores.
A copaíba é uma planta
nativa da região amazônica e seu óleo é usado popularmente no tratamento de
gripes, tosses, bronquites, inflamação da garganta e artrite. O estudo vai
comprovar se a planta realmente combate essas doenças e, principalmente, a
tuberculose. A ideia é certificar o produto como um fármaco. Atualmente, a
copaíba é comercializada em farmácias como produto natural.
A bióloga Maria das Graças
Henriques explica que os primeiros resultados são promissores e que foi
verificada a morte da bactéria nos animais. De acordo com ela, ainda
serão estudados os efeitos da ingestão do produto no corpo humano. “Estamos
verificando se ele é tóxico por via oral e o tempo de circulação do produto no
organismo”. A previsão é de terminar as análises toxicológicas em 2011.
“Dependendo do resultado desses estudos vamos avaliar a possibilidade de
evoluir os testes para humanos”.
Segundo a bióloga, o
estudo visa a utilização sustentável da planta. “Apenas o óleo é extraído da
árvore, que continua na floresta para uma próxima coleta da seiva”. A
pesquisadora alerta que nem toda árvore produz o óleo eficaz no tratamento de
inflamações. Por existirem várias espécies de copaíba, os elementos químicos da
resina extraída podem variar conforme a região e o solo que a árvore é
plantada.
Tuberculose
A tuberculose é
transmitida de uma pessoa para outra pelo ar. Os sintomas são febre persistente
com suores e calafrios, perda de apetite, emagrecimento e fraqueza. A tosse
ocorre quando a bactéria causa infecção nos pulmões. O bacilo pode ficar
alojado por muitos anos no organismo e não se manifestar. Quando a imunidade
sofre uma queda, os sintomas aparecem. Algumas pessoas chegam a não desenvolver
o problema nunca.
No caso da tuberculose
pulmonar, o diagnóstico é feito por meio das coletas de secreções respiratórias
(catarro) ou do material recolhido no pulmão. Poucos sabem que outros
órgãos do corpo, como a pele, os rins, os ossos, o fígado e até os olhos podem
ser atacados pelo bacilo. Nesses casos, geralmente, é feita a biópsia para
comprovar a presença da bactéria. Se não tratada a tempo, a tuberculose leva a
morte.
Dados do Ministério da
Saúde revelam que, no Brasil, cerca de 50 milhões de brasileiros podem estar
infectados. Anualmente 80 mil novos casos da doença são registrados com 5 mil
óbitos.
Fonte: Ministério da Ciência e Tecnologia
https://kiminda.wordpress.com/2010/02/06 /oleo-de-copaiba-no-tratamento-da-tuberculose/
5 Benefícios do
Fruto de Copaíba para Saúde!
1)
O óleo de copaíba é uma
substância seiva-like (oleorresina), coletados a partir do tronco de árvores
que pertencem à espécie Copaifera. Eles produzem muitas flores pequenas,
brancas em panículas longas e pequenas vagens de frutas com 2-4 sementes
dentro. A parte da árvore que é muitas vezes empregada medicinalmente é a
oleorresina que se acumula em cavidades no interior do tronco da árvore, como
um agente anti-inflamatório tópico para todos os tipos de problemas de pele.
2) Resina de Copaiba resina é
vendido em cápsulas de gel em lojas e farmácias no Brasil e recomendado para
todos os tipos de inflamação interna, úlceras do estômago e câncer. Usos
tradicionais da Copaíba como um anti-séptico para a dor de garganta, vias
respiratórias superiores e infecções do trato urinário pode ser explicado, em
parte, pelas propriedades antibacterianas da resina documentados nos anos de
1960 e 1970.
3)
Na aromaterapia, Copaíba Balsam
óleo essencial é usado para tratar a artrite, dores nas costas, câncer, doença
de Crohn, desconforto digestivo, febre, fibromialgia, dores de cabeça, sistema
imunológico, dor lombar, dor e rigidez do pescoço, dor ciática, problemas de
pele e úlceras estomacais. Seu óleo é vapor destilado a partir da resina de
árvores selvagem crescido em toda a América do Sul. Copaíba tem as propriedades
medicinais de ser um diurético, laxante, um estimulante, é bom para o
congestionamento, e muco se acumula, e é anti-cancerígeno.
4) Copaíba traz o corpo em homeostase, por isso, se você
não precisa de um laxante ou um efeito estimulante, não se preocupe, você não
vai ter essa ação. É extremamente eficaz como um agente anti-inflamatório e
funciona surpreendentemente bem para a dor da artrite. Qualquer dor devido à
inflamação (que é basicamente toda a dor) vai responder a copaíba. É também
muito eficazes contra a incontinência urinária, e tem utilizado com sucesso em
vários cães para parar babar urina.
5)
Em perfumaria Copaíba bálsamo
é uma excelente e barata solução como um fixador nota de base para o perfume
natural e também pode ser adicionado a misturas de óleos essenciais para
perfumar velas e sabão. Sempre teste uma pequena quantidade de óleo essencial
em primeiro lugar para a sensibilidade ou reação alérgica. Se grávida ou sob os
cuidados de um médico, consulte o seu médico. Não ingerir.
Veja mais no vídeos
sobre os Benefícios do Fruto da Copaíba para Saúde!
Copaíba é nova aposta da medicina
fitoterápica
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