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quarta-feira, 27 de julho de 2016

VIKTOR FRANKL - MOTIVOS DE SALVAÇÃO DA SOBREVIVÊNCIA HUMANA

O AMOR é a única maneira de entender outro ser HUMANO

A existência humana sempre foi motivo de preocupação e muita curiosidade para o  médico, psicólogo, psiquiatra e renomado filósofo austríaco, Viktor Emil Frankl. 
 
Diferentemente da maioria dos pensadores do Existencialismo – vertente que lhe serviu de base – Frankl não era pessimista, cético e antirreligioso. Ele assumia uma visão mais otimista e esperançosa sobre a capacidade humana de superar adversidades e imposições da vida moderna.

Ele pregava haver vários motivos de salvação na busca pela sobrevivência.  
Um deles, Frankl lembra, é o amor. Na sua bela definição:
“O amor é a única maneira de entender outro ser humano no âmago mais profundo de sua personalidade. Ninguém pode tornar-se plenamente consciente da própria essência do outro, a não ser que ame. Por seu amor, alguém está habilitado a ver os traços essenciais e recursos na pessoa amada; e ainda, ele vê o que é potencial nela, e o que não está atualizado, mas deve ser realizado.”

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quinta-feira, 2 de julho de 2015

TERRY EAGLETON - O MUNDO PODE SER IMENSAMENTE MELHORADO

“SEJA
REALISTA: EXIJA O IMPOSSÍVEL!”

“Pensemos no inflamado slogan do movimento estudantil de 1968 em Paris: “Seja realista: exija o impossível!” Apesar da hipérbole, o slogan é bastante preciso. 

O que é realisticamente necessário para consertar a sociedade está além dos poderes do sistema dominante e, nesse sentido, é impossível. 

Mas é realista crer que o mundo possa em princípio ser imensamente melhorado. (...)

Eles não veem que a desigualdade é tão
natural para o capitalismo quanto o são, para Hollywood, o narcisismo e a megalomania.”


Terry Eagleton 

Para o filósofo, tudo pode ser melhorado, basta que o amor incondicional seja fundamental para a humanidade.
Também professor e crítico literário britânico, ele propõe reflexão de que a razão deve ser baseada no amor.




TERRY EAGLETON | O amor é mais poderoso do que a razão: "Na metade do século 20, na Europa, vimos a deflagração, a explosão da maior forma de insensatez que a Era Moderna testemunhou. Fascismo, Nazismo, que matou milhões de pessoas. Insensatez mata as pessoas. Sem razão nós sucumbimos.

Mas - e essa é a parte difícil - a razão não é tudo. A razão não é o que é fundamental, e o erro dos racionalistas, como [Richard] Dawkins, não é acreditar na razão - espero que todos façamos isso -, mas é fazer da razão um fetiche, um Deus.

Para ser razoável, para parecer autêntica, a razão tem que se basear em algo mais fundamental do que ela mesma. E a melhor coisa para baseá-la é amor. Amor vai mais fundo do que a razão."